Vor der brasilianischen Botschaft in Berlin demonstrierten heute am Nachmittag Brasilianer und Brasilienfreunde gegen die gewaltsame Art und Weise, wie die Militär-Polizei die Räumung der Favela Pinheirinho in der Stadt São José dos Campos durchgeführt hat. Ziel der Demonstranten war es, die Aufmerksamkeit der deutschen Gesellschaft auf solche meschenrechtsenverletzende und von der Regierung des Bundesstaates São Paulo geforderte  Aktionen zu richten.

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1. Últimos fatos

No dia 8 de novembro de 2011, estudantes que ocupavam um prédio administrativo da Universidade de São Paulo (USP), a maior instituição pública de ensino superior do Brasil, foram desalojados com o uso espetacular de força policial: dois helicópteros, cavalaria, esquadrão antibomba e um efetivo de quatrocentos policiais. Setenta e três alunos foram levados à delegacia e em seguida soltos sob pagamento de fiança. Desde então, os estudantes da USP encontram-se em greve, deliberada em uma assembleia com cerca de 3 mil pessoas.

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No dia 8 de novembro, estudantes que ocupavam um prédio administrativo da Universidade de São Paulo (USP), a maior instituição pública de ensino superior do Brasil, foram desalojados com o uso espetacular de força policial: dois helicópteros, cavalaria, esquadrão antibomba e um efetivo de quatrocentos policiais. Setenta e três alunos foram levados à delegacia e em seguida soltos sob pagamento de fiança. Eles responderão a processos em que são acusados de depredação do patrimônio público e de desobediência civil. No mesmo 8 de novembro, em uma assembleia com cerca de 3 mil estudantes, deliberou-se por greve estudantil na USP. A causa da ocupação, bem como a pauta principal da greve, encontra-se justamente na presença ostensiva da polícia no campus universitário. Nos últimos anos, os conflitos entre a reitoria e o movimento estudantil se intensificaram a tal ponto que se tornou comum o reitor recorrer à Polícia Militar para solucionar impasses políticos. A repressão policial de movimentos politicos não representa novidade alguma e decerto se intensifica em momentos de crise e de inquietação social como este. É o que se pode constatar nas manifestações dos estudantes chilenos, dos indignados espanhóis, do Occupy Wall Street, nas manifestações na Grécia, na Inglaterra. Queremos propor aqui que a solidariedade se sobreponha à distância e às diferenças em apoio aos estudantes da USP e em repúdio à qualquer forma de punição individual, como a dos 73 estudantes presos na ocupação da reitoria.

16.11.2011

 

1. Letzte Ereignisse

Am 8. November 2011 wurden Studierende der Universität São Paulo (USP) mit einem spektakulären Polizeieinsatz – zwei Hubschrauber, Kavallerie und 400 Polizisten – aus dem Verwaltungsgebäude vertrieben. Nach zwölf Tagen Besetzung wurden dreiundsiebzig Studierende auf die Polizeiwache gebracht und nur gegen Kaution freigelassen. Sie sind auf Sachbeschädigung verklagt worden. Anschließend traten die Studierenden der Universität bei einer mit über 3000 Menschen Vollversammlung in Streik.

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Am 8. November 2011 wurden Studierende der Universität São Paulo mit einem spektakulären Polizeieinsatz – zwei Hubschrauber, Kavallerie und 400 Polizisten – aus dem Verwaltungsgebäude vertrieben. Nach zwölf Tage Besetzung wurden dreiundsiebzig Studierende auf die Polizeiwache gebracht und nur gegen Kaution freigelassen. Sie werden auf Sachbeschädigung verklagt. Am selben Tag beschlossen etwa 3.000 Studierende der Universität bei einer Vollversammlung, in Streik zu treten. Die Ursache für die Besetzung des Verwaltungsgebäudes, sowie die wichtigste Tagesordnung des Streiks, ist genau die ostentative Präsenz der Militärpolizei auf dem Campus. In den letzten Jahren haben Konflikte zwischen dem Rektorat und der Studentenbewegung einen Höhepunkt erreicht, sodass es üblich wurde, die Militärpolizei zu rufen, um eine politische Krise zu lösen. Polizeiliche Unterdrückung politischer Bewegungen ist nichts Neues und sicherlich verstärkt sie sich in Zeiten der Krise und sozialer Unruhen wie jetzt. Das zeigt sich in den Demonstrationen in Chile, in Spanien, in den USA, in Griechenland und in England. Die Schnelligkeit und Leichtigkeit, mit denen Verbindungen zwischen den vier Ecken der Welt geschaffen werden können, sollte man zugunsten einer kollektiven Stimme gegen die Kriminalisierung von politischen Handlungen nutzen. Wir wollen hier über die Distanz und die unterschiedliche Situation hinweg Solidarität bekunden, in Unterstützung der Studierenden an der Universität São Paulo und in Absage an jede Form der Bestrafung von Einzelpersonen, wie es bei den  dreiundsiebzig Verhafteten nach der Besetzung des Verwaltungsgebäude der Fall ist.

16.11.2011