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Arquivo mensal: janeiro 2012

Vor der brasilianischen Botschaft in Berlin demonstrierten heute am Nachmittag Brasilianer und Brasilienfreunde gegen die gewaltsame Art und Weise, wie die Militär-Polizei die Räumung der Favela Pinheirinho in der Stadt São José dos Campos durchgeführt hat. Ziel der Demonstranten war es, die Aufmerksamkeit der deutschen Gesellschaft auf solche meschenrechtsenverletzende und von der Regierung des Bundesstaates São Paulo geforderte  Aktionen zu richten.

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1. Últimos fatos

No dia 8 de novembro de 2011, estudantes que ocupavam um prédio administrativo da Universidade de São Paulo (USP), a maior instituição pública de ensino superior do Brasil, foram desalojados com o uso espetacular de força policial: dois helicópteros, cavalaria, esquadrão antibomba e um efetivo de quatrocentos policiais. Setenta e três alunos foram levados à delegacia e em seguida soltos sob pagamento de fiança. Desde então, os estudantes da USP encontram-se em greve, deliberada em uma assembleia com cerca de 3 mil pessoas.

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No dia 8 de novembro, estudantes que ocupavam um prédio administrativo da Universidade de São Paulo (USP), a maior instituição pública de ensino superior do Brasil, foram desalojados com o uso espetacular de força policial: dois helicópteros, cavalaria, esquadrão antibomba e um efetivo de quatrocentos policiais. Setenta e três alunos foram levados à delegacia e em seguida soltos sob pagamento de fiança. Eles responderão a processos em que são acusados de depredação do patrimônio público e de desobediência civil. No mesmo 8 de novembro, em uma assembleia com cerca de 3 mil estudantes, deliberou-se por greve estudantil na USP. A causa da ocupação, bem como a pauta principal da greve, encontra-se justamente na presença ostensiva da polícia no campus universitário. Nos últimos anos, os conflitos entre a reitoria e o movimento estudantil se intensificaram a tal ponto que se tornou comum o reitor recorrer à Polícia Militar para solucionar impasses políticos. A repressão policial de movimentos politicos não representa novidade alguma e decerto se intensifica em momentos de crise e de inquietação social como este. É o que se pode constatar nas manifestações dos estudantes chilenos, dos indignados espanhóis, do Occupy Wall Street, nas manifestações na Grécia, na Inglaterra. Queremos propor aqui que a solidariedade se sobreponha à distância e às diferenças em apoio aos estudantes da USP e em repúdio à qualquer forma de punição individual, como a dos 73 estudantes presos na ocupação da reitoria.

16.11.2011